NOTÍCIA ANTERIOR

Guanambi: Homem é assassinado a tiros por namorado da ex-mulher na zona rural. Autor do crime foi detido.

PRÓXIMA NOTÍCIA

Prática abusiva de conferir mercadorias pagas em lojas é proibida em Conquista desde 2013. Rede Assaí executa ação em Guanambi.

Guanambi: Assaí Atacadista confere compras e constrange consumidores.Para o Procon, prática é abusiva

Data publicação: 29/12/2018

Inaugurado há menos de um mês na cidade de Guanambi, o Assaí Atacadista tem atraído milhares de clientes diariamente de diversas partes da região.O preço considerado baixo tem conquistado o consumidor, mas também tem gerado uma insatisfação por parte de alguns clientes.


Para alguns, depois de horas realizado suas compras eles passam por uma espécie de “alfândega”, onde um funcionário confere as mercadorias do carrinho com o conteúdo da nota fiscal. O procedimento é irregular (e sem o menor sentido), mas é comum nas principais redes atacadistas.


Para o Procon-BA, a prática é abusiva, constrange os clientes e transfere para eles os riscos do negócio, que são exclusivos da empresa. Segundo o Procon, o atacadista poderia garantir a segurança por outros métodos. Mas a prática na Bahia não é ilegal. 


Em nota enviada ao portal Folha do Vale, parceiro do Caetité Notícias,  o Assaí Atacadista afirmou que a conferência das notas fiscais dos clientes na saída é uma prática comum no segmento de atacado de autosserviço e, além de uma medida de segurança, é uma garantia ao cliente da quantidade dos produtos adquiridos e de que o procedimento nos caixas foi realizado de forma correta.


Confira a nota 


A rede informa que a conferência das notas fiscais dos clientes na saída é uma prática comum no segmento de atacado de autosserviço e, além de uma medida de segurança, é uma garantia ao cliente da quantidade dos produtos adquiridos e de que o procedimento nos caixas foi realizado de forma correta.


A loja enfatiza que essa atividade não deve ser realizada de forma abusiva, mas sempre indistinta e educada, não devendo causar qualquer tipo de constrangimento aos clientes e, diante dos relatos, vai apurar como essa abordagem está sendo realizada por seus colaboradores e, se necessário, reorienta-los.


De acordo um levantamento feito pelo Portal, na Bahia não existe lei ou jurisprudência específica que proíba a conferência. Assim, os estabelecimentos podem continuar a conferir as compras.



Caetité Notícias © Copyright 2011 - 2017, Todos os direitos reservados Desenvolvido por WSouza Sistemas